O destino do homem, enquanto ser espiritual, foi nascer neste plano físico transitório para utilizar-se dos meios de evoluir e assim migrar para outros mundos mais adiantados.

O ser humano, no entanto, deixou de reinar soberano sobre a terra, quando transformou sua missão em tirania. A partir daí, as civilizações passaram a experimentar toda a sorte de sofrimentos físicos e morais, como formas de purificação da alma.

Os desastres naturais, as doenças, as dificuldades nas relações familiares, nas relações sociais, nas relações internacionais e, por fim, as guerras e o extermínio em massa, as dores e mutilações que elas causam a inocentes não têm sido o bastante para abrir os olhos dos homens para os sofrimentos semelhantes ou muitas vezes ainda mais cruéis que são impingidos aos seres puros e desprotegidos, colocados por Deus sob sua custódia.

A morte de um animal deixou de ter como causa justa a de se lhe impor um sacrifício pela sobrevivência dos grupos humanos. Tornou-se, com o tempo, uma forma imoral de satisfazer aos desejos mais vis do ser humano. Os abatedouros de animais se transformaram em espelhos da monstruosidade e da frieza com que uma pessoa é capaz de lidar com a dor e a agonia dos outros seres, sejam eles bois, ovelhas, porcos, aves e as mais variadas espécies de animais exóticos, retirados de seu habitat selvagem para servirem de caríssimos itens nos cardápios dos restaurantes.

Sejamos nós a fazermos a diferença. Se você não consegue excluir a carne de sua alimentação, tente ao menos restringir. Comece a alimentar-se sem carne um dia por semana. Depois aumente para dois dias semanais. Proponha-se com o tempo a deixar de comer carne na primeira semana do mês, por exemplo. Com o tempo, seu próprio organismo lhe mostrará os benefícios que isso trará à sua saúde e naturalmente você abandonará este hábito tão nocivo à sua vida, à dos animais e ao meio ambiente.

Todos os seres merecem viver. Permita, por favor.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

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